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Quem somos?
Elisangela, detalhista, geniosa, ciumenta (mas não fala…), preocupada com horários (O Thi tem horário para tudo), desencanada com a vida, porque muitas vezes a vida engana, cristã, mãe do Thiago, de 3 anos que sempre tem uma pérola pra contar.
Rubia, preocupada, mania de perseguição (quem está conspirando contra
mim?), insegura, adora escrever, mas fala muito mal, desajeitada, não
sabe cozinhar, mãe da Mamá, de 1a9m, super sapeca, que gosta de dançar e brincar...
Edivânia, mãe do lindo Guigui de 4 anos, apaixonada pela minha família,
meus amigos, internet e fotografia. É super família, criativa,
geniosa, ciumenta e perfeccionista. É cristã e acredita que tudo tem que ser feito com o consentimento de Deus, sua frase predileta é: "A fé move montanhas".
Rafaela, mãe desencanada, meio destrambelhada, mas uma leoa em volta da
sua cria - Isadora, gatinha de quase 3 anos. O maior desafio de sua
vida, foi ser mãe e compreender porque o momento "mágico" não apareceu na hora do parto?! Sua maior lição foi aprender que o momento mágico não seria um, mas vários!!!
Glace, mamãe do Aidam de 3 anos, louca por mais um
filho, porém sem coragem, completamente apaixona pela
família, dedicada, ansiosa e nervosa! Sou totalmente
espiritualizada, adoro meditação, vida em equilíbrio e
com isso tenho melhorado muito minha ansiedade e
nervosismo! Não tenho religião, mas acredito em Deus
acima de tudo, e em mim Ele vive!
Vanessa, extremamente apaixonada pela filha,
consumista (terapia? pode ser!), amorosa, ama
fotografia, na realidade acha que queria ser
fotógrafa, simpática, legal ( vocês vão poder
confirmar isso!) adora fazer amizades e contar
"causos", mãe da Bia com 3 lindos aninhos!
Iva, mãe dedicada do Bruninho,
quase que exclusiva se não fosse a Gabi-rs
Sou meio ciumenta, possessiva, preocupada demais-dizem,
mas eu não acho isso não :D
Sou meio desastrada e o Bruno puxou pra mim
(para desespero do pai dele-hihi)
Mas sou muito amiga, do tipo conte comigo pro que der e vier!
Amo demais minha família... e to jurando que sou ou serei webdesign
:D aaah tô aqui de enxerida :P
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Elemento de Scrapbooking Patricia Amaral
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Gosto muito deste texto... mas gosto mesmo é (link:) de ouvi-lo na voz da Fernanda Montenegro. Muito bom, espero que gostem.
Mães (Pedro Bial - Filtro solar)
Mães, geralmente é a vocês que cabe a educação dos filhos, sobretudo no capítulo modos à mesa, arrumação do quarto etc.
Não sejam preguiçosas! É mais fácil fazer que ensinar. Mas tenham coragem, ensinem. E comecem cedo para que os bons hábitos se tornem uma segunda natureza e não um procedimento para se ter só na frente das visitas.
Seja rigorosa! Eles vão te odiar às vezes. Você vai querer esganá-los freqüentemente. Faz parte entre as pessoas que se amam. Mas um belo dia alguém vai dizer o quanto seu filho é educado, prestativo, gentil, querido. Você vai desmaiar de surpresa e felicidade.
Eu nunca me esqueço daquela história da mãe que se dirigiu a uma especialista em boas maneiras para saber com que idade ela deveria colocar seu filho no curso. Ao saber que o filho estava com três meses de idade ela respondeu: “Mas talvez já seja muito tarde!”.
Não morra de vergonha se seu filho der um vexame na frente dos seus amigos. Não valorize os erros nem dê bronca em público. Nunca trate a criança com se ela fosse uma débil mental, elas entendem tudo!
Use sempre um bom vocabulário. Isso aumenta a capacidade lingüística das crianças e não fique para morrer de culpa se algum dia precisar frustrar seu filho, tipo promessa que não pode ser cumprida, etc. Apesar do que dizem os especialistas, uma frustraçãozinha de vez em quando prepara a criança para aprender a suportá-las quando no decorrer da vida elas infelizmente acontecerem.
O palavrão. É dito por todos. Até em televisão, escrito nos jornais, etc. Pretender que uma criança não repita é puro delírio. Vamos moderar. Mas a regra de ouro seria: palavrão na linguagem corriqueira uma coisa, mas não pode ser usado jamais na hora da raiva, da briga. Isso vale também para os adultos.
Ensinem, obriguem seus filhos a cuidarem da bagunça que fazem. O copo de Coca-Cola? De volta pra cozinha. A revistinha que acabou de ler? Para o quarto. Os milhares de papeizinhos de Bis? Amassar e jogar no lixo.
A lista não tem fim, porque a imaginação de uma criança para instalar o caos onde quer que esteja é também infinita.
Alguns mandamentos: Não sair pra se servir correndo na frente dos outros. O ideal, aliás, seria que as crianças até certa idade fizessem as refeições antes dos adultos, com as mães ali ao lado, patrulhando as boas maneiras. Não deixar cair um grão sequer na mesa. Não encher demais o prato. Há fome no mundo, etc, etc... Se encher que coma tudo. A partir dos cinco anos, não cortar a carne toda de uma vez. Cinco? Talvez eu tenho exagerado. Sete. Não misturar carne com peixe. Macarrão com farofa, etc. isso é cultura. Pedir licença pra se levantar quando a refeição terminar, pode alegar que precisa estudar, para evitar aquela tortura de ficar na mesa até a hora do café. Um suplício. Não bater a porta do quarto com estrondo nem quando brigar com o irmão. Só gritar se for por mordida de cobra. Ou ficar mudo ou estático dentro do elevador. Não chamar a amiga da mãe de tia. Alias não chamar ninguém de tia a não ser as tias de verdade. E só pra deixar bem claro: tia Rosina, tia Helena, nunca tia só. Eu adoro bebes! Quando começa a idade da correria, eu confesso que já adoro um pouco menos. Eu tenho que dizer isso bem baixinho pra não ofender as mães. Vamos então falar dessa fase sublime: Elas gostam de passar no espaço de quinze centímetros que existe entre o sofá e a mesa, brincam de pique numa sala de dois por três. Colocam a cadeira na frente da televisão, se penduram nos lustres, pintam as paredes da sala, o teto e etc, etc e tudo aos gritos. Eu penso que esta talvez seja a fase de maior energia do ser humano. Ah, é a idade das guerras de travesseiros, das almofadas que voam pela janela. Jovens pais adoram essas traquinagens. Tudo bem. Mas não ache tão estranho se alguns de seus amigos não curtirem tanto quanto você essa fase tão adorável dos seus filhotes. Crianças são difíceis mesmo, é preciso muita paciência pra agüentar o que elas freqüentemente aprontam.
Mas as crianças crescem, e um dia querem trazer a namorada pra dormir em casa. Dinheiro para o Motel só se você der. Então o que fazer? Claro, a gente compreende a situação mas francamente, ter que cruzar no corredor com a gatona despenteada de camiseta e escova de dente na mão talvez perguntando: “Tia, dá pra me emprestar uma escova de cabelo?” OK, dá. Mas e se você tem três filhos? Vão ser três gatonas? Acho que eu liberaria a casa nos fins de semana e iria dormir no sofá da casa da minha mãe, de um amigo, no banco da praia, deixando a garotada à vontade. Eles e eu numa boa. Mas só ate domingo às dezenove horas, nem um minuto a mais.
Mesmo os filhos mais modernos costumam ser caretésemos em relação as suas próprias mães. Portanto, vá anotando, na frente dos filhos: Mãe não namora, não toma mais de um drink, não fala que acha o Jeff Bridge um tesão. Perdão! Mãe não pronuncia essa palavra. Nem sabe o que quer dizer. Não usa mini-saia, não pode adorar Madona, só pode gostar de Roberto Carlos, Julio Iglesias. Eles te amam, mas essas preferências sempre incomodam.
Nem amigos comuns se deve ter por precaução. Portanto quando o destino colocar vocês na mesma festa, pareça o que eles querem que você seja, anule-se. Tenha pouca, pouquíssima personalidade. Faça o tipo distinto e alegre, se possível, use uma peruca grisalha. Seja discreta e assexuada, tenha poucas opiniões, se enturme com os mais velhos e trate os mais jovens como se fosse assim uma tia simpaticona, nada mais. Ria das historias deles e não conte nenhuma sua. Mãe não tem passado. Só fale de receitas, crianças, se ofereça pra levar um vestido na costureira pra consertar, tenha bons endereços pra fornecer.
Dicas de cozinha, conte como era o mundo do seu tempo, seus filhos vão adorar e depois dessa festa, vá correndo tomar um whisk duplo no bar do Bonju pra não ter um enfarte.
Em compensação, na frente dos netos, faça tudo que não deve e muito mais! Netos costumam adorar avós, digamos, fora dos padrões. É que eles sabem que vão poder contar com elas como fortes aliadas nas crises de caretice dos pais.
Cruel? Não... apenas verdade. E mais: Isso é que faz o Equilíbrio da Vida.
Beijos grandes da Iva e do Bruninho e da Gabi :D
Muito felizes no primeiro Post no blog do MR!!
Mães Na Rede
às 12h33
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Pensamentos de uma grávida
Preciso me mudar de cidade, queria ir pra um lugar onde eu pudesse criar os meus filhos com liberdade de sair à noite pra ir à igreja sem o medo de na volta pra casa coloca-los presos ao cinto de segurança, sofrer um assalto e acontecer com eles o que aconteceu com o menino de João Hélio, que foi arrastado por bandidos no carro da própria mãe por 7 km. Pensei em mudar pra uma casa, com quatro quartos, muros baixos, com uma ou duas árvores frutíferas, mas logo mudei de idéia porque lembrei daquele caso em que o assaltante de banco invadiu uma casa e manteve a dona da casa e os dois filhos como reféns por quase três dias, mudei de idéia, muros baixos não vai dar. Estive pensando por horas, sonhando com algumas possibilidades e cada vez mais lembrava de fatos que me faziam mudar de idéia, cheguei à conclusão que no Brasil não se encontra mais lugar pra se morar tranquilamente, me sinto ás vezes educando o meu filho não pra vida e sim ensinando táticas pra ele se livrar da violência urbana. Fico desesperada quando vejo o noticiário e vejo que jovens de classe média espancam empregadas domestica, queimam índios, roubam lingeries em lojas, fazem parte de quadrilhas que roubam casas lotéricas. Mas o que mais me dói e morar na cidade onde poderia sair à solução de 90% destes problemas, o centro político do país e ao contrário disso nossos representantes estão muito mais interessados em nos fazer de palhaços tentando 90% do tempo provar inocência de envolvimentos com roubos, lavagens de dinheiro, sendo que a única função destes “senhores” (@#$%$#$#$) é trabalhar em prol da população brasileira. Sabem o que é pior ainda? É que diante de toda essa onda de violência e roubalheira no senado federal, câmara dos deputados, congresso nacional, ministérios e etc, somos nós quem esquecemos de tudo o que esses (@#$%$#$#$) fizeram no passado e ainda os colocamos no lugar onde eles tomam as decisões que influenciam diretamente em nossas vidas. Aqui em Brasília está o caos, falta ônibus, o metrô só funciona até ás 20:00h e “dane-se” a gente, o governador anda de carro e quem paga o combustível somos nós (@#$%$#$#$), através dos impostos por isso as entrevistas dele nos jornais são lindas. Lembro que quando eu estava grávida do Guilherme eu me preocupava com a violência, mas meu principal pedido pra Deus é que ele não permitisse que meu filho jamais sentisse fome sem nós termos condições de alimentá-lo e agora que estou grávida novamente só peço que Deus nos proteja, nós livre de assaltos, balas perdidas, seqüestros relâmpagos e tudo isso que acontece com os cidadãos comuns que viram manchetes nos noticiários. Basta! Decidi entrar em contato com a NASA e estudar a possibilidade de ir pra outro planeta (hihihihihihi), mudar de país não adianta, nos estados unidos o Bush é loucão e se mete em todos os outros países por ser uma grande potência mundial. Pensei em ir pra qualquer planeta que não tivesse violência, roubalheira política, aquecimento global que eu pudesse criar meus filhos em contato com a natureza ensinando a valorização de cada prova da existência de Deus. Sabem aquele “planetinha” novo? Podia ser lá, Eu só iria precisar de um satélite pra que o Anderson continuasse exercendo o trabalho que ele tanto ama e de uma agência do banco do Brasil, temos algumas contas parceladas a pagar ainda. Acho que seria muuuuuuuuuuuito legal, mas descobri o que eu já tinha certeza, não vai ter jeito de mudar de planeta, pra virar astronauta tem que fazer cursos muitos longos e os custos são bilionários, imagina o que precisaríamos fazer pra morar em outro planeta? Vou ter que começar a pensar em uma maneira de criar meus filhos com caráter e integridade neste Brasil de incertezas. Fecho minha fábrica reprodutiva aqui, vou ter só mais este filho (a) porque morro de medo em pensar no que vou pedir pra Deus caso houvesse mais uma gravidez. Na época dos meus pais, minha mãe me disse que pedia pra Deus pra ele nos permitir a ter estudos, quase não havia violência e o alimento era quase fonte natural, vivíamos de plantação, rolava até uma troca de verduras entre vizinhos, fulano tinha uma cenoura, beltrano uma beterraba eles trocavam entre si. Do Gui eu pedia pra ele não passar fome e do nenê nem vou comentar de novo o que peço, ando de joelho grosso de tanto pedir proteção pra Deus e o pior de tudo é que ainda existe gente que não acredita na proteção dele. Meu filho hoje tem quatro anos é lindo e inteligente, amo cada pedacinho dele e espero este outro bebê, fazendo muitos planos pro futuros deles, acreditando um dia acordar e ao assistir o Bom dia Brasil, ver que descobriram a cura para a AIDS, ver que o câncer não leva a vida das pessoas que amamos de uma hora pra outra sem que tenhamos tempo de viver ao lado delas tudo o que planejamos, ver que o tráfico de drogas foi banido do Brasil e que nossos filhos podem brincar com seus coleguinhas na rua sem que tenhamos medo, de acontecer alguma coisa. Continuo refletindo muito sobre tudo isso, imaginando uma forma de mostrar toda essa realidade pros meus filhos e mover dentro deles um sentimento de mudança, que no futuro eles farão alguma coisa pra melhorar essa situação um pouquinho. Vou Ficando por aqui, com os pensamentos de uma grávida com os hormônios em plena explosão. Beijos Edi
Mães Na Rede
às 20h42
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Acho que as meninas esqueceram do blog !!!
Ah, não... ser mãe, mulher, esposa, profissional e Blogueira, requer tempo...rs... mas cá estou eu para dar ar da graça !!!!
Thiago está numa fase de perguntas complicadas, pelo menos complicadas para mim respondê-las...
Vendo umas fotos de quando estava grávida dele:
-Mãe, eu estava na sua barriga né? -Sim, amor estava... -Como eu sai dela? -O médico cortou e tirou você... Silêncio... -Tá, mas como eu entrei ai na sua barriga? "...Amigas parece fácil, dar qualquer resposta, mas na hora ele me pega de surpresa que acaba ficando difícil e respondo, qualquer idéia, que vem a mente primeiro..." -Ah... você era uma sementinha, e o papai colocou aqui... -Aqui ? (enfiando o dedo no meu umbigo) -Isso!!!! -Nossa mãe, mas sementinha não é para por na terra?
-Thi vamos brincar de carrinho?????
Uau, incrível ele não deixa o assunto morrer, sem uma resposta que possa convencê-lo... Ele tem somente três anos, como explicar?
O gostoso mesmo dessas questões dele, é ver a carinha de interesse, dele quando estou respondendo...
Dias desses ele disse, num abraço gostoso que recebi (tem coisa mais gostosa no mundo que um abraço espontâneo de um filho?).
-Mãe você é minha anja, né? -Oh, meu amor você que é meu anjo! -Não, eu sou seu filho, ta confundindo é...
Lindo né...
Ah a Iva passou um Vídeo tão fofo, lá no grupo... Vale a pena ver...
Bjs e bom fim de semana...
Lis
Mães Na Rede
às 16h52
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Post. Cedido Pela nossa Amiga Aline.
Post, dividido em 2 partes.
TORTURA MODERNA
"Tenta sim. Vai ficar lindo."
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- Oi, queria marcar depilação com a Penélope. - Vai depilar o quê? - Virilha. - Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo. - Amanhã, às... Deixa eu ver...13h? - Ok. Marcado.
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, s em desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- Quer bem cavada? - ...é... é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes. - Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda. - Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça). - Pode abrir as pernas. - Assim? - Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado. - Arreganhada, né?
Mães Na Rede
às 17h46
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Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo super natural. Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais. - Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas. - Quer que tire dos lábios? - Não, eu quero só virilha, bigode não. - Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo. - Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor. Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação. - Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto. Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os ol hos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá? - Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada. Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora? - Hein? - Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui? - Hein? - Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê? - Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu tuin peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha. - Máquina de quê?! - Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol. - Dói? - Dói nada. - Tá, passa essa merda... - Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco? - Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha. - Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
Mães Na Rede
às 17h44
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22:15 hs estava no Msn com minha amiga Edivania, eis que vem o Thiago com seu pijama de ursinho e me diz: Mamãe, você esta trabalhando? Não amor,mamãe esta falando com uma amiga... E você é minha amiga? Eu sou sim... Então "Pu favo", deixe sua amiga do “Quimpitador” e vem ajudar eu dormir, sou seu bebê e seu amigo, né !!!! Huahua...
Edi, desculpe sair e nem dar tchau,nem deu tempo...
Lis
Mães Na Rede
às 12h43
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Olá meninas resolvi estrear o blog hehehehe demorei né
Pois é, hoje resolvi divagar como as meninas e vim falar de brincadeira de criança. Esse fim de semana várias vezes fiquei pensando em como as coisas mudam. rsrs Bia ganhou no sábado um presente do meu pai...nunca vi a Bia tão feliz com um presente aliás fiquei intrigada... pois bem ela ganhou um amarelinha kkkk Isso mesmo, uma amarelinha. É um tapete com desenho de amarelinha e é assim que as meninas brincam de pular amarelinha na minha época a gente pulava amarelinha na rua riscava com giz jogava com pedrinhas kkkkk mas meninas ela amouuuuuuuu e domingo me fez pular amarelinha o dia todo ela amou aquela novidade...aí fiquei pensando a gente brincava tanto pulava corda, amarelinha, elástico e fiquei triste de saber que minha fiha não vai brincar com nada disso uma pena né ??? quando eu era menor eu era a boaa kkkk em pular corda amavaaaaaa e vocês meninas o que acham disso ??? beijinhos Van
Mães Na Rede
às 23h32
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Preguiça
Meninas, esse tempo de inverno que chegou em São Paulo me deixou com muuuuuita preguiça. Nessas horas fico lembrando das mamães com bebês novinhos que necessitam dos cuidados 24 horas por dia e não dá nem uma folguinha pra gente "dar uma piscada grande" por alguns minutos. Troca fralda, mamadeira, banho, nina, dorme, chora, aí começa tudo de novo... troca fralda, mamadeira, conversa, brinca, nina, dorme... Depois de um tempo, a gente não sabe que dia da semana é, se é de manhã ou de noite, é um círculo sem fim! Admiro as mamães que fazem tudo sozinhas, porque eu me viro bem, mas sou um zero à esquerda em matéria de achar que posso "resolver tudo sozinha" ou "não preciso de ninguém pra me ajudar"....
Hoje, por exemplo, a Mamá acordou com uma tosse seca às 5:30, naquele frio, levantei, fiz mamadeira, ela mamou, a gente conversou, dei o xarope pra ela e aí ela voltou pra cama. E eu? Fui tomar banho para trabalhar. Queria que o banho fosse frio, mas não deu para encarar...
Agora, estou aqui, só pensando que saudades da minha menina. Apesar de perder os minutos de sono, eu já sinto saudades dela. A maternidade é aquela coisa, a gente quer ter o filho, porque é tudo de maravilhoso, e mesmo cansada, suja, dolorida está lá para o que der e vier. Não conheço mãe que não seja egoísta, de querer dormir só mais uns minutinhos... e também não conheço mãe que não se levante com alegria pra atender ao filho/a e se doe completamente.
beijos
Rubia
Mães Na Rede
às 16h58
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Pequena Gastronomia
Amigas, como vocês sabem, eu sou a chata da comida (tudo bem, vai, sou chata para muito mais coisas... mas isso é assunto pra outro post), e não poderia ser diferente com relação a comida da Mamá. Olho todos os detalhes, se a comida está bonita, fresca, se o prato está bem colorido, se as verduras foram cozidas no tempo certo, se não está muito salgado... Hmmmm é chata mesmo! Semana passada, saiu no jornal A Folha de São Paulo, no caderno Equilíbrio uma reportagem sobre as papinhas dos nenês, e um ponto que é a pura verdade: as mães não conseguem sair da rota: cenoura-mandioquinha... por isso, os chefs deram algumas sugestões de receitas e temperos. Achei as receitas muito legais e compartilho aqui com vocês:
receitas de chef
Por Carole Crema, chef do restaurante Wraps
Papinha de frango com abóbora e tomilho 1 colher (chá) de azeite 1 colher (chá) de cebola picada 100 g de sobrecoxa de frango desossada e sem pele 3 colheres (sopa) de arroz cateto integral 1 xícara (chá) de abóbora japonesa descascada e cortada em cubos 5 ramos de agrião 1 ramo de cebolinha 1 colher (chá) de folhas de tomilho 500 ml de água 1 pitada de sal
1 / Numa panela de pressão, refogue a cebola e o azeite e junte a carne de frango cortada em cubinhos. 2 / Adicione o arroz, a abóbora, o agrião, a cebolinha, o tomilho e a água. Espere ferver, coloque o sal e cozinhe na pressão por 15 minutos. 3 / Separe os sólidos do líqüido. Desfie bem o frango e amasse os outros ingredientes com o garfo, adicionando o líqüido conforme necessário para ajustar a consistência.
Papinha de carne com aspargos e manjericão 1 colher (chá) de azeite 1 colher (chá) de cebola picada 100 g de músculo bovino limpo 1/2 batata 3 aspargos frescos 4 folhas de alface 1/3 de talo de alho-poró 1 colher (chá) de manjericão 500 ml de água mineral 1 pitada de sal
Siga as instruções da papinha de frango com abóbora e tomilho.
Papinha de banana com aveia, ameixa preta e damascos 2 bananas-nanicas 3 colheres (sopa) de aveia em flocos 6 ameixas secas sem caroço 3 damascos turcos suco de 1 laranja-lima suco de 1/2 limão 50 ml de água
1 / Pique as frutas em pedacinhos. 2 / Coloque todos os ingredientes na panela e cozinhe até obter um purê.
Por Jefferson Rueda, chef do restaurante Pomodori
Polenta com ovo de codorna poché 50 g de farinha de milho para polenta 250 ml de caldo de frango 1 folha de louro 30 ml de azeite 30 g de queijo tipo "grana padano" ralado 1 ovo de codorna 300 ml de água 40 ml de vinagre
1 / Ferva o caldo de frango com a folha de louro e o azeite. Acrescente a polenta aos poucos e cozinhe por dez minutos, sem parar de bater (com batedor manual ou colher de pau). Acrescente o queijo ralado e misture bem. 2 / Em outra panela, esquente a água. Junte o vinagre e coloque o ovo para cozinhar por dois minutos. Retire com uma escumadeira. 3 / Sirva a polenta com o ovo por cima.
Por Renato Caleffi, chef do restaurante Emporio Siriuba
Papinha de beterraba com aspargos frescos 1 xícara (chá) de beterraba descascada, cortada em cubos e cozida no vapor 1/2 xícara (chá) de talos e pontas de aspargos frescos cozidos no vapor ou na água 1/2 cebola grande cozida no vapor 1 dente de alho cozido no vapor 1 xícara de caldo de carne 1 pitada de sal
Amasse todos os ingredientes com o garfo. Acrescente o caldo de carne, misture bem e leve ao fogo para aquecer.
Creme de manga com iogurte e gengibre 1/2 xícara (chá) de iogurte natural 1 manga grande madura 1 colher (sopa) de gengibre fresco ralado, sem casca
Bata todos os ingredientes no liqüidificador e sirva.
Depois eu coloco aqui as outras dicas da reportagem de Iara Biderman.
Rúbia
Mães Na Rede
às 11h17
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O Avarento e a Desesperada
Eu e meu marido ganhamos 2 ingressos para assistir a peça “O Avarento” que está no teatro Cultura Artística, com o Paulo Autran.
Nosssssssa!! Que alegria quando eu vi que ia assistir essa peça! Ainda mais, com o Paulo Autran!!! O Paulo Autran é um ator inesquecível na história do teatro brasileiro, super respeitado, e aparentemente humilde, batalhador pela cultura do nosso país.
“O Avarento” foi escrito por Molière, por volta de 1668, mais conhecida como L´AVARE, que conta a história de um homem ávaro ao extremo, que conseguiu juntar uma fortuna e a esconde no jardim de sua casa.
Bom, a peça estava marcada para começar às 21 horas. Deixamos nossa pequena com a minha Santa Sogra e fomos… Ai, nem sei quanto tempo fazia que eu e meu marido não saíamos juntos assim para um teatro ou cinema…. Ser mãe e pai 24 horas por dia tem suas compensações e como tem, mas sair sozinhos também é muito bom!!
A peça marcada para começar às 21 horas, começou após às 21:20, e mesmo com a peça já começada, pessoas entravam e iluminavam o teatro com os celulares para identificar seus lugares. Imaginem a bagunça… Até 22 horas, tinha gente entrando no teatro! Que desrespeito! E que desespero o meu! Ver as horas passando, e não voltar logo pra ver minha Pequena! Ai meu coração foi ficando pequenino, começou a me dar uma fome. Chamei a mocinha do doce e devorei em segundos um chocolate, que não matou nada minha fome, só aumentou. Mas, tudo bem, voltando ao teatro… Não só o fato da peça começar atrasada, havia algum problema com o ar condicionado. A sala do teatro estava um forno. As pessoas saíam o tempo todo, creio eu que para tomar um ar, havia até uma grávida que ficou em pé, boa parte do espetáculo. E eu, então? No meio do espetáculo, aquele calorzinho, meu corpo quentinho, foi me dando uma moleza… acabei dormindo por meia-hora! Quando vi, meu marido estava falando comigo: “Hey, hey, Meu bem, tá tudo bem?”. Nessa hora acho que só não dei um soco nele porque eu estava bastante relaxada, mas onde já se viu acordar uma pessoa no melhor do seu cochilo? Quando o espetáculo acabou, tinha gente saindo correndo, que nem esperou para aplaudir porque o calor era tannnnnnto… E esse sábado, dia 19/05/2007 fez muito frio.
Só esqueci de contar que quando estava entrando no teatro, deslizei suavemente minhas pernas, e quase me espatifei no chão, por causa daquele piso encerado! Meu marido só comentou com toda sua paciência: “Tá ficando louca, é?”. Olha o mico, além de deslizar suavemente em direção ao chão, ser apanhada no ar pelo meu amor, ainda levo uma bronca…. Hmmm coisas da vida…. Mas, amigas, realizem, esse corpinho roliço, abundante, com excessos para todos os lados, indo em direção ao chão… Eu ri muito de mim mesma. Prometi que não ia mais pisar em chãos encerados (cof cof cof) até parece que vou conseguir desviar disso… mas eu ri muito…
A peça foi ótima, sai de lá esfomeada e fui comer com meu maridão, depois de muito insistir porque sair e deixar a Pequena… é muito difícil. Quando chegamos em casa, nossa Pequena já dormia com uma paz enorme,.
É difícil mesmo a gente cortar o cordão umbilical, mesmo quando nossos bebês têm quase 2 anos. Na verdade, acho que é nossos pequenos que o cortam quando já estão maiores, mas o meu, eu tenho certeza que ainda não cortei…
Beijos
Mães Na Rede
às 09h03
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Tonterías de una embarazada!
Então... pensei qual seria a melhor maneira de começar esse post, talvez pelo começo?! Qual seria o começo? O começo do dia do nascimento de um filho? Não... porque aqui somos mães, e a maternidade começa do dia em que sabemos que estamos grávidas, certo? Não!!! Começa do dia em que pensamos em estar grávidas!!! É acho que é aí que começa a preparação para ser mãe...
Então vamos lá, comigo aconteceu assim... (senta que lá vem a história, rs). Todas as minhas amigas estavam grávidas ou já tinham filhos e de uma hora pra outra me senti um peixe fora d’água... E aí do dia pra noite resolvi que queria ser mãe... estava decidida e antes de ir a minha médica resolvi parar um mês do anticoncepcional para “testar” minha fertilidade. Bingo!!! Fui premiada na primeira tentativa.
Levei a maior bronca da médica – Genteim, não esqueçam do ácido fólico nos três meses antes de tentar engravidar – e aí começou a minha história, tudo estaria muito bem, se eu não tivesse desistido de ser mãe já no terceiro mês... loucura? Total!!! Pirei, achei que era nova demais, que eu nem gostava tanto de criança, que outras amigas estavam aproveitando pra crescer profissionalmente e estudar... que nó!
Mesmo assim tentei me controlar, but... nesse meio tempo, meu marido insistia que nosso bb era um menino, místicos diziam que era um menino e fui me acostumando com a idéia (sempre quis menina), pensei na decoração do quarto, nas roupas, nomes e no dia da ultra, descobrimos que era uma menina, noooossaaaa como eu chorei... que decepção... o que eu faria com a decoração que imaginei? Com o nome que escolhi? Com a minha cabeça que estava pensando na educação de u menino?
Aí me senti pééssimaaa, como eu era egoísta, tadinha da minha filha, como eu podia fazer isso com ela? E meu marido? Quem mandou ele dizer que era menino? E essas pessoas que diziam ser menino? Estavam loucas? Por via das dúvidas, achei que milagrosamente poderia surgiu um piu-piu ali... pra ser franca, esperei até o sétimo mês, rs. E nada, era menina mesmo!!!
Dada a situação, tive que correr com o enxoval, mas aí a disposição não era a mesma, a barriga já pesava... enfim, dei o meu melhor pra fazer tudo bem lindinho, mas não aproveitei tudo como eu gostaria. No serviço me sentia uma lesma, feia e gorda (apesar de ao final ter engordado só 9kg). Tirei fotinhos do barrigão, acho que esse foi o único momento bonitinha da gravidez. Deveria ter curtido tudo de uma maneira tranquila e serena, mas quem disse que meus nervos me deixam ser normal?! hohoho
E o que aprendi dessa primeira gravidez?
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Nunca brinque com a sua fertilidade, se programe.
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Ahh, pense bem se é isso mesmo o que você quer, porque depois não tem como desistir como se nada tivesse acontecido, rs.
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Não crie falsas expectativas sobre o bebê, aquela frase feita é perfeita “vindo com saúde...”.
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Não deixe tudo pra última hora.
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Curta a sua gravidez e se tiver condições se arrume, vá ao salão, faça massagens, compre roupas transadas, enfim, se ajeite para que tenha boas lembranças dessa época.
Acho que pra começar tá bom né?! Depois quero falar sobre os mitos do parto, do recém nascido, doenças... xiii temos muito ainda pra conversar. E com vocês? Como foi?
Uma boa semana!!!
Rafa...
Mães Na Rede
às 10h45
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Sou Super Fã da Denise Fraga e da sua coluna na revista crescer, uma vez li uma materia dela, que me vi muito nela...
Encima desta materia fiz , um post para o blog do Thi , e ele foi muito comentado e mais uma vez a frase de que mãe é tudo igual foi confirmada. rs... Segue o post.
É definitivamente estou aprendendo a ser mãe, quando o Thiago nasceu com certeza a Mãe Elisangela também nasceu, nossa como surgem duvidas, tensões, medos, são sentimentos diversos... Quando o Thiago veio para casa, a primeira coisa que eu fiz foi dar um banho nele, sem ajuda de ninguém, no momento somente quem presenciou foi a minha sogra, que arregalava os olhos com medo da maneira que eu o pegava, confesso que nunca senti medo de pegá-lo e banhá-lo e nunca tive ajuda para tal... Ela dizia cuidado Eli, ai cuidado, cuidado, cuidado e mais cuidado, aquilo me deu um nervoso, eu ali curtindo o momento e uma saudosa de plantão para lembrar que aquilo poderia se tornar algo desagradável... Mas o tempo foi passando, foram choros que me faziam chorar também, ora era por emoção, ora era por não saber oque fazer... E quando surgiu a primeira consulta num pronto socorro! Ah, essa ficou na historia... Ele se engasgou e o fôlego não voltava, foram segundos que pareciam eternidade, e quando ele voltou a chorar, talvez de dor do tapa de amor e desesperador que eu dei nas costas dele, para que aquele drama acabasse rápido, peguei minhas coisas e fui igual a uma doida para o primeiro pronto socorro que encontrasse, chorei no caminho inteiro, inventei mil historias na minha mente e todas acabava em tragédia, não sei dizer o porque eu pensava assim, mas pensava! E foi ali naquele momento que vi que o amor de mãe dói, dói de tanto amor... Hoje vejo quantos “Micos” eu paguei por ser mãe de primeira viagem, com certeza se este engasgo acontecesse hoje, não daria o tapa que dei, não gritava como gritei e também não sofria como sofri naquela trajetória de casa até o hospital...Acredito até que quando sai daquele hospital naquela noite fria, ao dar as costas a Doutora, ela disse a si mesma “Que Mãe Louca!”. Mas como é bom ser mãe! Quando o Thi completou três meses, percebi que tantas coisas já haviam acontecido e eu olhava para trás e parecia ter sido ontem, foi ai que resolvi anotar tudo oque acontecia com ele, à primeira palavra mesmo sendo essa sem tradução alguma, mas só quem é mãe para saber tamanha emoção, que dá ao ouvir aquilo, o primeiro sorriso, mesmo sendo aquele que dizem ser involuntário que para nós não é involuntário. As primeiras travessuras, a alegria dele sentar sem encosto, a felicidade de ir ao pediatra mês a mês e saber quanto ele pesa, quanto mede e quais os novos desafios que eira enfrentar, como a primeira alimentação, sem ser o leite, a expectativa de ver a carinha dele após experimentar o novo alimento, ri de coisinhas que ele faz que antes dele chegar eu achava tão indiferente e hoje pra mim tudo é diferente e emocionante, diria até fascinante, hoje me divirto lendo tais anotações que fiz, choro também, mas é tão bom, acho que foi muito bom eu ter feito isso, um dia ele vai ler e acredito que só vai me entender quando também tiver um filho. Hoje me pego falando, se um dia eu tiver outro filho, tudo vai ser diferente... Mas será que vai ser mesmo? Dias desses estava com o Gerson vendo os álbuns de fotos do Thi, choramos de emoção, como é delicioso ver fotos, amo fotos, adoro fotografar, e naquele momento de nostalgia vimos uma foto do Thi com dois dentinhos, tortos nascendo, ai que saudades, aquele era o meu Bebê e hoje estava lá deitado no chão atento a um programa que antes nunca dei atenção, e às vezes me pego cantando tais canções do programinha “Chove, mas como chove, chuva, chuvisco, chuvarada...” e logo ele vem, se junta a mim na canção, e é ai que vejo que quando ele nasceu, eu a mãe do Thiago também nascia para uma nova fase da vida, talvez a melhor fase de uma mulher, ser mãe! .Hoje vivo mais no mundo infantil do Thiago, do que o neste mundo real e tão adulto, já me peguei procurando saber quando novas aventuras do Cocoricó ira surgir, e procuro estar sempre atualizada neste gigantesco mundo dos brinquedos, DVD’s, CD’s para meu pequeno, é definitivamente o Thiago acaba me deixando ser criança de novo e com ele vou aprendendo a ser mãe... Thi meu anjo obrigada por você existir e me proporcionar tamanho aprendizado...
Lis
Mães Na Rede
às 21h04
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